I can’t take my mind off of you…
Este é mesmo um daqueles casos em que a música ajudou ao sucesso do filme e vice-versa. É sem dúvida uma excelente música e uma das que tenho escutado mais nos últimos tempos.
I can’t take my mind off of you…
Este é mesmo um daqueles casos em que a música ajudou ao sucesso do filme e vice-versa. É sem dúvida uma excelente música e uma das que tenho escutado mais nos últimos tempos.
Tal como tinha aqui pré-anunciado, já fiz a minha inscrição num ginásio. A partir de amanhã começa o meu caminho na direcção de dois objectivos que tinha definido há alguns meses: a prática mais regular de exercício físico e a perda de peso. Associada a esta prática prevê-se ainda uma melhoria no estado de espírito e, da forma como as coisas têm andado por aqui, esta mudança é mesmo a mais importante de todas!
O poker parece tratar-me da mesma forma que algumas mulheres com quem me cruzei nesta vida. No momento em que me dedico e tento atingir um elevado nível de qualidade de jogo, recebo em troca bad beats e resultados que me fazem ter a certeza que nunca serei um jogador bem sucedido, na altura em que me preparo para deixar de dedicar tanto tempo a este jogo, lá vem um bom resultado como que a dizer: "Não vás, fica mais um bocado…"
Ontem tinha escrito sobre a "queima das cartas". Como jogo pela internet, achei que não fazia muito sentido uma queima de cartas da mesma forma que o meu amigo Marco fazia. Optei por isso pela queima do dinheiro. Decidi jogar de uma forma muito pouca conservadora o saldo que me restava nas principais salas onde jogo, com a certeza que, pelos menos nos próximos tempos não faria mais qualquer depósito. Eu sei que isto parece estúpido, aliás, não só parece como é muito estúpido, teria sido mais lógico simplesmente levantar esse dinheiro. Mas um ritual é um ritual, e achei que assim faria mais sentido para marcar uma pausa neste jogo. O plano estava a correr tal como previsto, e na sala onde jogo mais vezes já não me restava qualquer dinheiro mas apenas a inscrição num torneio de HORSE, um torneio que se realiza a horas proibitivas todas as noites de Domingo. Dado que hoje não trabalho por ser o Dia Nacional Belga, decidi que em vez de converter a entrada neste torneio em dinheiro que depois poderia aplicar no meu ritual, iria jogar o dito torneio. Afinal, é um torneio com alguns dos maiores especialistas desta variante que é considerada a mais difícil do poker e, dado que só 10% dos jogadores recebem um prémio, parecia que esta seria uma forma tão boa como qualquer outra de acabar com o meu saldo lá.
Para facilitar mais o processo, continuei a dormir durante a primeira hora do torneio e quando acordei, estava praticamente em último e muito longe dos primeiros. Decidi então ver até quando conseguiria aguentar. O pior é que as coisas começaram a correr bem e no final de mais uma hora já estava entre os primeiros. O torneio duraria um total de seis horas e, depois de algum azar na parte final, acabei por ficar em segundo lugar quase cumprindo o objectivo que tinha definido de vencer um torneio em que o primeiro prémio fosse superior ao meu ordenado mensal. O meu prémio até foi mais ou menos o meu ordenado mensal, mas o objectivo mencionava vencer o torneio.
E agora o que faço? Valorizo mais os meses de azares impressionantes ou os bons resultados que pontualmente vou obtendo?
Nos anos que passei em Coimbra conheci muitas pessoas interessantes, e nesse grupo tenho certamente de incluir o Marco. Muitas são as histórias do Marco que, ainda hoje quando passam quase 16 anos que o conheci, me fazem sorrir. Entre os muitos episódios dos quase 5 anos de convívio com o Marco, um de que me lembro particularmente bem era o ritual da "queima das cartas". Nos momentos em que decidia que ia iniciar um novo período na sua vida, mais dedicado aos estudos e abandonando os constantes jogos de sueca ou king, o Marco decidia literalmente queimar um baralho de cartas.
Nos últimos tempos, em que tenho dedicado muito tempo a jogar poker, tenho sentido que também está na altura de fazer a minha "queima das cartas". O pior é que sinto que a minha vida tem estado tão pouco interessante que, a exemplo do que acontecia com o Marco, receio que à queima das cartas se suceda a compra de um baralho novo!
A maré de azar voltou (ou nunca partiu?)
Hoje pensei que ia ser um dia especial. Não era só o meu natural optimismo que me levava a achar isso, mas principalmente o facto de, um mês e meio depois, ir finalmente rever uma pessoa muito especial e que marcou os meus últimos tempos no Luxemburgo.
Afinal as coisas não correram como esperado e, embora talvez eu tenha tido uma parcela de responsabilidade, a verdade é que mais uma vez sinto que as "forças cósmicas" conspiram contra mim. Será pedir muito pedir que esta maré de azar se limite aos jogos de poker?
Ainda a propósito dos meus objectivos, um deles era o de regularmente fazer actividade física e este é mais um dos objectivos que tem ficado esquecido. Mas isso vai mudar. Para muito breve deve estar a adesão a um ginásio e, acreditem, pelo preço que vou pagar, é bom que vá lá com grande regularidade!
Ainda não acabei a lista de 101 objectivos e estou muito longe de atingir a maior parte dos que tinha definido, mas na passada sexta-feira atingi um dos objectivos a que me propus.

Há exactamente cinco anos atrás, antes de apanhar o comboio para ir festejar o 50º aniversário da minha mãe, decidi criar um blog. Uma reportagem na revista Visão tinha-me despertado a curiosidade, e achei por bem criar um espaço onde pudesse partilhar as minhas opiniões e experiências. Não sabia bem que caminho que ele seguiria mas, acima de tudo, estava longe de imaginar o rumo que a minha vida seguiria. Nada me levava a pensar que em cinco anos iria mudar de país de residência (e duas vezes), não imaginava que o meu hobby favorito seria um jogo de cartas e não sabia que chegaria a esta data com a sensação que me faltam cumprir tantos dos meus objectivos de vida.
Depois de Sudoeste em 2001, Super Bock Super Rock em 2003 e o Rock in Rio em 2004 voltei a um festival de música. Isto dos festivais está longe de ser cómodo, e certamente que a chuva não ajudou em nada. Mas valeu a pena. Mesmo esquecendo tudo o resto, só assistir aos concertos dos Sigur Rós e Radiohead compensou o tempo perdido, as dores nas pernas, a chuva…
Difícil era ter que escolher qual destes dois concertos preferi, mas felizmente ninguém me obriga a fazer esse exercício!
Amanhã vou pela primeira vez ver os Radiohead ao vivo mas, por culpa da presença dos islandeses que podem ver e ouvir no video em baixo, esse é apenas o segundo momento mais esperado da noite.
Ao fim de dias duas semanas em Bruxelas ainda não escrevi nada sobre como têm corrido estes primeiros dias. A principal razão é simples: não há muito para dizer. Não tenho saído, continuo sem conhecer muitas pessoas na cidade e a única boa notícia é que comprei um bilhete para o Festival de música em Wertcher, precisamente para o dia em que, entre outros, actuam: Radiohead, Sigur Rós, The Gossip, Kings of Leon, Ben Harper, KT Tunstall, The Hives, Editors, etc. Um alinhamento que promete!
Quando estava nos Estados Unidos tive a infeliz notícia de que os irlandeses tinham rejeitado, por referendo, o Tratado de Lisboa.
Esta rejeição parece-me estranha, não só porque, tal como na rejeição francesa e holandesa ao Tratado Constitucional, não consigo perceber qual a medida ou medidas a que os eleitores irlandeses se opuseram mas, também porqeu acho que se há um país com razões de sobra para estar agradecido à União Europeia, esse país é certamente a Irlanda. Um país que ainda há 20 anos era um dos mais pobres da União conseguiu, e muito devido à boa utilização que fez dos fundos recebidos da União Europeia, transformar-se num dos países mais ricos.
Um passo atrás no projecto de desenvolvimento da União Europeia mas, como continuo a achar que este projecto faz sentido, espero que os lideres europeus consigam arranjar uma solução que permita ultrapassar este percalço.
Quem leu os posts que escrevi durante a minha estadia em Las Vegas pode ter ficado com a sensação de que não gostei da cidade e que não a recomendo como destino de férias. Muito pelo contrário. O clima é excelente, talvez um pouco quente demais durante o dia, mas as noites são fantásticas. Os hotéis são excelentes e a escolha de espectáculos é impressionante. Há restaurantes e bares para todos os gostos e de uma forma geral são muito bons. Há imensos sítios para fazer compras e há lojas para todos os gostos e bolsas. Para quem gosta de jogar em casinos, acho que nem preciso de dizer que não há outro sítio como Las Vegas.
Ou seja, resumindo, julgo que Las Vegas tem tudo para ser um excelente destino para férias, isto mesmo para quem não gosta de casinos. O meu problema foi que, com o meu o optimismo, pensei que iria estar uma parte importante das minhas férias ocupado a jogar nos torneios do World Series of Poker, e não preparei um plano B para o caso de as coisas não correrem bem neste campo.
Estou neste momento no aeroporto de McCarran em Las Vegas a poucos minutos de apanhar o primeiro dos voos que me levarão de volta à Europa. Daqui a menos de 36 horas começo um novo capítulo da minha vida, num novo trabalho, novo país, isto numa cidade onde só conheço uma ex-colega.
Depois de nos primeiros dias em Las Vegas ter ficado pela Las Vegas Boulevard, onde se concentram os enormes hotéis/casinos com centenas ou milhares de quartos e onde milhões são perdidos todos os dias em máquinas e mesas de jogo, nos últimos dias aventurei-me por uma outra Las Vegas. A zona da baixa, que em tempos foi a zona principal de jogo e que hoje mais parece uma das cidades mexicanas que vemos nos filmes. É incrivel ver como estes dois mundos tão opostos estão separados por escassos kilómetros.
E lá fui eliminado na minha segunda tentativa de fazer história num torneio da World Series of Poker, apenas com o lado positivo de ter ficado numa das mesas mais fortes do torneio, em que só eu não tinha um currículo invejável em torneios. Gostei de ter ficado na mesma mesa que Mike "The Mouth" Matusow, um dos jogadores mais conhecidos do mundo e que ganhou a sua alcunha porque está sempre a falar, e como ele fala de tudo e mais alguma coisa, foi possível perceber um pouco do lado mais negro do mundo do poker.
Outra coisa que percebi é que esta viagem foi planeada com a esperança de chegar longe nos torneios em que participava, esquecendo-me da forte possibilidade de isso não acontecer. Não pensei que iria sentir a mesma sensação que tinha tido nas Bahamas no início deste ano, que passar férias sozinho está longe de ser ideal.
Resumindo, estes primeiros dias já me fizeram tomar duas decisões: a primeira é reduzir bastante o tempo que passo a jogar poker, a segunda é não fazer mais viagens sozinho.
Tal como prometido, volto à escrita neste espaço para fazer um breve relato destes primeiros dias em Las Vegas. Estes dias foram até agora marcados por uma ausência de total de horários. Houve dias em que dormi durante o dia e joguei poker durante a noite, noutros dormi durante a noite e visitei Las Vegas durante o dia. Como devem calcular, para quem quer disciplinar o seu sono, como é um dos meus objectivos, estes dias têm sido o oposto do que eu deveria fazer. Tive também a minha primeira participação num torneio do WSOP. Acabei por ser eliminado em 220º lugar entre os 388 participantes mas fiquei com a sensação que poderia ter ido muito mais longe. O torneio começou muito mal, ao fim da primeira hora parecia que iria ser um dos primeiros eliminados do dia e fiquei com a sensação que até os outros jogadores da minha mesa (que incluía alguns famosos profissionais, nomeadamente um jogador que já ganhou três torneios do WSOP) estavam a pensar o que é que eu estava ali a fazer. Comecei então a jogar de uma forma mais concentrada e ao fim de cinco horas era mesmo o líder da mesa, com mais do sobro das fichas com que tinha iniciado o torneio. Pouco depois dá-se a jogada decisiva, numa tentativa de reforçar a minha liderança acabo por me ver envolvido numa luta entre quatro jogadores em que todos ficámos dependentes da última carta para ver quem iria ganhar uma vantagem enorme. Dado que era o lider da mesa, era o único que não poderia ser eliminado naquela mão, mas como todos os outros conseguiram cartas que serviam os seus intentos, acabei por ser eu a voltar ao último lugar, numa situação muito debilitada, e a pensar com me tinha deixado arrastar para aquela situação. O meu torneio acabaria dez minutos depois, novamente numa jogada em que o azar me perseguiu, mas seria preciso alguma sorte para conseguir jogar durante muito mais tempo.
Daqui a cerca de nove horas inicio a minha participação em mais um torneio, e desta vez com uma pressão acrescida, porque caso não fique nos primeiros 10%, aqueles que recebem um prémio monetário, quase certamente que não irei participar em mais nenhum torneio do WSOP e esta viagem a Las Vegas, independentemente do resto, ficará marcada por alguma frustração. Mas nada de fazer cenários pessimistas antes do tempo, quero jogar o melhor possível e mostrar que consigo mesmo jogar ao nível dos melhores do mundo.
Depois de uma longa viagem já estou na "cidade do pecado", e daqui a umas horas, estarei a participar no meu primeiro torneio do "World Series of Poker". Daqui a poucos dias voltarei a escrever neste espaço para fazer um primeiro relato da minha primeira experiência em Vegas. Até lá, desejem-me boa sorte!
Será que sou o único que já não tem paciência para as transmissões da RTP sobre a nossa selecção? Nos noticiários parece que não acontece mais nada no mundo a não ser o estágio da nossa selecção. Multiplicam-se os programas especiais, incluindo a "cobertura da partida da selecção". Será que é isto o serviço público de televisão?
Dado que na próxima semana vou estar em trabalho em Bruxelas, restam-me apenas 4 dias completos no Luxemburgo. Muito pouco tempo, principalmente porque ainda há muitas coisas para fazer. Mas nesta altura de partida, aproveito para recordar alguns dos acontecimentos que marcaram estes 2 anos e meio. Não foi um período dourado, mas vai ficar marcado como um período importante na minha vida. E agora… venha de lá Bruxelas!
Acabo de ler no blog de Josh Haden que os Spain estão a gravar novas canções e que está já disponível a primeira música que eles gravaram nos últimos 8 anos. Chama-se "I’m Still Free" e o download legal pode ser feito na página MySpace dos Spain. Eu já fiz!
A vida é feita de decisões, desde as mais insignificantes até aquelas que influenciam decisivamente o nosso futuro. Na verdade, muitas vezes aquilo que parece uma escolha sem qualquer impacto acaba por transformar totalmente a nossa vida. Eu lembro-me sempre de uma terça-feira no mês de Março de 2004 em que decidi ir jogar futebol com os meus colegas de trabalho. Foi durante esse jogo que um colega me convenceu a ir efectuar os exames que acabariam por culminar na minha vinda para o Luxemburgo e na mudança para Bruxelas daqui a menos de um mês. É difícil, para não dizer impossível, tentar imaginar o que poderia ser hoje a minha vida se não tenho ido jogar futebol naquele dia, mas sei que seria certamente muito diferente.
Mas se classificar as decisões em insignificantes ou importantes não é simples, uma vez que, como referi, decisões aparentemente insignificantes podem vir a revelar-se decisivas, já a classificação em fáceis ou difíceis me parece mais evidente. Veja-se o caso da escolha de uma sobremesa. No meu caso, se tiver que escolher entre uma sobremesa à base de chocolate ou algo mais saudável, a escolha é simples, uma sobremesa com chocolate terá sempre prioridade. Esta é naturalmente uma escolha fácil. Mas na vida há também decisões mais difíceis, daquelas que nos fazem perder horas de sono. Nesse grupo incluo a decisão de me afastar de uma amiga. A razão é habitualmente uma de três: eu começo a vê-la como mais do que amiga e ela não; outras vezes é a razão inversa quando ela me vê como mais do que amigo e eu não; outras vezes, tanto eu como ela nos sentimos atraídos, mas um dos dois acha que é melhor manter a relação de amizade. Qualquer uma destas razões é suficiente para minar uma amizade que parece estabelecida, e a minha experiência pessoal diz-me que o melhor é tomar a iniciativa de afastar-me da outra pessoa, pelo menos até que o tempo se encarregue que eu e/ou ela passemos novamente a ver-mo-nos como amigos. Se quando isto me acontece acho que esta é a melhor decisão, a verdade é que acabo por nunca a tomar. Acho sempre que a amizade vai conseguir superar o problema que é um sentir-se rejeitado e, claro, acabo por perceber que deveria mesmo ter tomado a decisão difícil, porque no final, o mais certo é acabar por perder uma amizade. Na verdade, em situações semelhantes, as únicas vezes que me afastei foi porque a outra parte assim o decidiu e se, em alguns casos, achei esse afastamento totalmente injustificado, hoje percebo que foi mesmo a decisão correcta.
Este é um dos meus desejos para os próximos tempos, conseguir nestas situações tomar a decisão difícil, mas muitas vezes necessária, de me afastar de alguém de quem gosto, para como esse afastamento salvaguardar uma amizade futura.
Tal como o meu último post indicava, daqui a alguns dias estou de partida para Las Vegas. O meu objectivo é, para além de conhecer uma cidade que é certamente muito especial, participar em alguns torneios do World Series of Poker, uma espécie de Campeonato do Mundo de Poker que se realiza todos os anos por esta altura em Las Vegas, e que junta os melhores jogadores do mundo, bem como alguns amadores que querem ter a oportunidade de jogar contra os profissionais que habitualmente apenas vêem na televisão.
A altura para esta viagem está longe de ser a melhor. O facto de ser feito num período entre dois empregos, significa que vou ter muito menos tempo para preparar a minha mudança para Bruxelas, e significa ainda que o meu primeiro dia de trabalho no meu novo emprego vai ser o dia seguinte a uma viagem de cerca de 20 horas (mais se acrescentar a viagem de carro Luxemburgo-Bruxelas) e uma mudança de oito horas em termos de fuso horário. Financeiramente esta viagem é ainda menos racional. Vou participar em três torneios onde o mais certo é não ganhar qualquer prémio e os montantes que pago pela inscrição nestes torneios poderiam ser utilizados para fins mais produtivos.
É claro que é natural perguntar porque vou então a Las Vegas? A razão até me parece simples. Não tenho actualmente muitos sonhos, e desde que comecei a jogar poker que participar no World Series of Poker é um deles. Ao contrário da maior parte dos meus outros sonhos, este depende apenas de mim para o realizar e, dado que não posso forçar os outros a acontecerem, pareceu-me lógico que devia, ao menos, fazer tudo para realizar os que apenas dependem da minha vontade.
Os americanos costumam dizer que "What happens in Vegas stays in Vegas", não vai ser esse o caso nesta minha viagem. Neste blog vou tentar manter um registo dos meus dez dias na "cidade do pecado".
A qualidade dos nossos licenciados
Muito se fala da falta de qualidade do nosso Ensino Superior mas, que eu saiba, ainda ninguém conseguiu apresentar provas que sustentem esta alegada falta de qualidade. É isso que me proponho fazer. Atentem então nos seguintes factos:
1. O concelho de Oeiras é o concelho do país com a maior proporção de licenciados.
2. Os habitantes do concelho de Oeiras elegem, desde 1985, Isaltino Morais para presidente da Câmara Municipal.
Que tal? Acham que finalmente consegui demonstrar a falta de qualidade das nossas Universidades?
Já aqui tinha referido que estava para breve o meu regresso às lides de DJ.
Hoje deixo mais pormenores para os que quiserem estar na que será, muito provavelmente, a minha última aventura como DJ por terras luxemburguesas.
O local será o d:cliq, um dos bares com “melhor onda” aqui no Luxemburgo. A festa será no dia 21 de Maio, deverá começar por volta das 20.30 e terminar à 1h.
Escrevo este post no aeroporto da Portela a poucos minutos de apanhar o meu voo de regresso ao Luxemburgo. Estes dias de férias deram para um pouco de tudo, desde os dias de total descanso, até à azáfama deste último fim-de-semana em que tentei estar com muitas das pessoas que não via há algum tempo.
Depois destes dias fico com uma certeza, aproveitando a minha mudança para Bruxelas, as minhas visitas a Portugal serão bem mais frequentes e abandonarei esta regularidade de uma visita cada quatro meses que adoptei desde há um ano e meio.
Por isso, é com um até já que me despeço de Portugal!
Acho que para quem leia este blog não deve ser novidade que o poker tem sido o meu principal hobby nos últimos tempos.
Hoje deixo aqui um anúncio do site onde habitualmente jogo e onde é possível encontrar alguns dos melhores jogadores mundiais.
Não tenho deixado aqui muitas sugestões musicais, mas achei que hoje devia deixar uma das músicas que tenho ouvido mais nos últimos tempos.
Eles são portugueses, mais concretamente de Coimbra, e são liderados por Paulo Furtado, de quem eu me lembro por ser presença habitual na discoteca “States”, um espaço que marcou os meus anos como estudante em Coimbra. O grupo chama-se Wraygunn e a música tem por sugestivo título “Just a gambling man”.
Nos últimos meses tenho abrandado a minha actividade desportiva, mas sinto que está na altura de retomar as corridas, bem como as partidas de futebol, basquetebol e ténis. E há várias razões para isso. Primeiro é o prazer que retiro do desporto, mas convém também não esquecer que daqui a umas semanas devo estar de partida para um país que, para além da banda desenhada, é famoso por três coisas: chocolate, batatas fritas e cerveja… Esta combinação parece-me explosiva e só mesma a prática habitual de desporto poderá impedir um substancial aumento de peso!